quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Despertar

Hoje acordei assim:
Nua sobre a cama, deitada de lado, um ombro arranhado, cabelo no rosto, cheiro de saliva, perfume e de uma presença que tão bem conheço.
Camisola de seda no chão, a sensação de descanso de um corpo dolorido e cansado.
A confusão do despertar e a dúvida: um sonho materializado ou uma realidade fantasiada?
Sobre a mesinha lateral, duas taças usadas e um Lambrusco acabado.Desespero pelo desejo de que tudo tivesse sido uma doce e calorosa quimera ou simples ressaca alcoólica. E a confirmação de uma loucura praticada: um bilhete e vestígios sobre os lençóis ainda molhados de um ato consumado.


terça-feira, 22 de novembro de 2011

Um final...

Ele era de pouca conversa, sóbrio, lacônico, mas seus olhos pareciam hipnotizá-la quando a mirava. Talvez porque pouco falasse e quando o fazia expressava-se em tom firme e assertivo. Tinha um ar de mistério. Em um momento era um rei, no momento seguinte transformava-se em uma besta. E depois de uma discussão insana, uma briga na cama seguidos de um amanhecer tranqüilo.
Quase 1 ano após, ela se decidiu. Reuniu forças para finalizar aquela situação (não queria perder o sexo, mas não aguentava mais ser tão sufocada por ele). Tinha pensando em como abordar o assunto, pois não queria causar novas discussões. Ela não queria provocar, nada de sensualizar. Vestiu um jeans meio justo, mas não colado. Uma camiseta branca, decote não exagerado. Salto baixo. Iriam ficar novamente juntos à noite e como de costume ele a buscou em sua casa.  Beijou-a. Ela tentou dizer que precisava conversar com ele, mas ele a puxou pelos braços, beijou seu pescoço e com aqueles olhos exigiu que ela ficasse quieta. Entraram em seu carro. Calados. Quando o carro arrancou, ela disse a seco: “Quero terminar”. Ele simplesmente não ouviu. Ela repetiu. Novamente ele não ouviu (daquela maneira que ela já conhecia: ele parecia entrar em transe, parecia estar fora de seu corpo, ausente).
Chegaram ao prédio onde ele morava, subiram o elevador, ele abriu a porta de sua casa, ela entrou e ele atrás. Ela foi à cozinha, ele sentou-se à mesa da copa. Ela pegou um copo de água, virou-se, sentou-se à sua frente. Com calma e ponderação lhe disse que não queria mais aquela situação, que estava terminando aquele relacionamento. Falou sozinha por uns 5 minutos. Levantou-se, pediu que ele a levasse de volta. Ele se levantou, calmo e frio, iria levá-la.
Antes de abrir a porta da sala ele somente disse: “Pra que esse jeans?”. Ela respirou fundo e aquele segundo pareceu eterno, imaginando que tudo começaria novamente. Não se voltou para ele (talvez pelo receio de ceder), mas somente lhe disse: “ Lamento que você não tenha ouvido o que eu disse. Terminamos por aqui, hoje não iremos pra cama”.
Foi quando ele, num sobressalto, como um tigre no ataque, cobriu seu corpo com o dele, falando todas aquelas sacanagens que sempre falavam durante o sexo. Ela tentou se soltar, mas ele era um esportista, muito alto e forte. Ela ainda de costas, ele a acariava sobre a roupa, massageava seus seios, mordia sua nuca. Ela tentou... mas ele já  a havia tirado do chão literalmente e quando se deu conta, estava jogada sobre o sofá com ele por cima.
Tentou fracamente, ainda, manter seu jeans no corpo, mas ele segurou suas mãos com uma das suas e o retirou tão rapidamente como um ilusionista esconde suas cartas na manga do paletó. Puxou os seios dela pra fora da blusa e mordiscou os bicos.
Ela já estava entregue... tirou as calças dele com tanta pressa que parecia não trepar a meses. Ele a chupou, ela o chupou, ele mordia suas coxas, ela gemia e sua buceta já estava melada, pronta pra receber aquele pau tão íntimo, grande e duro. Novamente, num pulo, ele a tirou do sofá e a postou de 4 sobre um platozinho no chão (platô esse que fez por conta da diferença de alturas). Não demorou a penetrá-la com vigor. Ele falava tanta putaria e ela replicava na mesma moeda... Ele a fodia com força, com vontade. Dava uns tapas em sua bunda.. Permaneceram ali por uns 45 ou 50 minutos. Gritou com ela, quis ouvir de quem ela era... E ele gozou dentro dela, caiu com o corpo sobre o dela. Ela esperou seu pau amolecer pra retirá-lo de cima dela. Ele se deitou no chão, de barriga pra cima. Ela se levantou, perguntou onde estava seu jeans para vestir.. e ele a puxou pra cima dele. E com aquele olhar, a fez chupar seu pau novamente, lamber toda a porra que escorria. Não demorou e ele estava novamente rijo.
Ela se sentou sobre ele, olhava fixamente em seus olhos com muito tesão.  Cavalgou quase todo o tempo fitando o seu rosto, às vezes colando seu corpo ao dele. Ele conhecia seus hábitos e gostos, sabia que gozava rápido e cada vez que ela dizia que ia gozar ele parava.. ficaram... Finalmente a deixou sentir tudo, viu sua buceta escorrendo... Ela adormeceu sobre o tórax dele, um sono gostoso, leve.
Depois de meia hora (1 hora?) ele a acordou com a língua dentro da sua xana. Ela estava com sono, mexeu-se, virou de lado. Ele a colocou de bruços, deixando-a imóvel. Ela reclamava e ambos se excitavam. Encaixou seu pênis dentro dela.. não sabeeriam dizer quanto tempo levaram desta vez. E pela última vez, ao menos como namorados, gozaram juntos.

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Sobre os motivos pelos quais nos ofendemos

Independente das oportunidades sociais, econômicas, etc ou dos valores envolvidos, imaginem a seguinte cena: 2 mulheres CONVICTAS do que fazem, do que são e acreditam, cada uma em relação a si própria, são confrontadas por 1 inquisidor:

Você é uma puta (afirma o inquisidor para a prostituta).
Você é uma freira (afirma o inquisidor para a prostituta).

Você é uma freira (afirma o inquisidor para a freira).
Você é uma puta (afirma o inquisidor para a freira).

Qual delas e/ou em qual momento você acredita que tenham se ofendido com as acusações que receberam do inquisidor?

Acertou se respondeu que nenhuma delas se ofendeu em nenhum momento. Simplesmente porque cada uma delas sabe e tem plena certeza e CONVICÇÃO do que É ou NÃO É. Independentemente do que lhes digam.

Não é uma certeza comprada de outros, não é uma convicção emprestada, não tem nada a ver com sua autoestima, não é uma crença adquirida ou socialmente apoiada. Cada um SABE e ASSUME seu papel. Sem dramas, sem traumas, sem ofensas.

Uma pessoa somente se ofende com algum "ataque" dos outros quando tem dúvidas acerca de si própria. Quando finge ser algo que não é. Quando deseja aparentar algo que não é. Ou quando tem vergonha de ser o que é.

E o mais impressionante é observar o quanto as pessoas, mesmo as que pensam, não se dão conta disto.

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

1X0.

Era um dos caras com quem comecei falar putaria brincar no mundo virtual. Tinha gostado do seu estilo, dos gostos, do bom humor, das sacanagens trocadas. Não o tinha visto pessoalmente, somente a foto do seu pau. Trocas de mensagens privadas, cara de atitude, uma gozada fonada dia desses.

Finalmente combinamos um encontro real. Minha intuição dizia que eu deveria ir. Fomos.

A eterna dúvida do que vestir. Peguei um dos meus 15 pretinhos básicos. Esse era justinho no corpo, acima dos joelhos, mas não demasiadamente curto. Um scarpin vinho salto 10. Após 1 minuto do horário combinado ele me telefonou, dizendo que eu estava muito atrasada. 

Cheguei, nos  apresentamos. Cara educado, gentil, gato, safado e gostoso. Foram 2 horas de conversa (quase um monólogo da minha parte... falo pra burro). Na hora seguinte o papo aqueceu. Andamos um pouco, fiz um charminho. Ele encostou, me pegou pela cintura e enquanto caminhávamos cochichou alguma obscenidade no meu ouvido. Retribuí.

Como macho que era, precisava insistir e tentar ganhar a parada, mas não forçou nada. Começava a ficar tarde. Agendaríamos outro dia para novo encontro. Acompanhou-me até meu carro e entrou. Um segurança do local estava bem à nossa frente, motivo pelo qual me pediu pra ligar o carro e sair. Mal dei a ignição, ele enfiou sua mão por baixo do meu vestido e puxou minha calcinha bem pequeninha para o lado. Num segundo eu queria tudo.

Tirou seu pau pra fora das calças. Um pau lindo. Ele não tirava suas mãos da minha buceta, seus dedos estavam dentro. Saímos do estacionamento, uma chuva torrencial desabava dos céus. Entendi como um sinal de que eu deveria ficar...

Parei o carro na esquina mais próxima. Não se podia ver nada com o dilúvio que caia. Eu como motorista, ele no banco do co piloto. Me fez chupar seu pau. Minha resistência durou 2 segundos. Ele baixou bruscamente (mas sem machucar) minha cabeça pra sentir a pica crescendo na minha boca.

Ele lambeu meu grelo, eu estava rendida... Comentei que minha buceta estava melada, ele riu alto e disse que estava encharcada. É.. estava mesmo. Tirei minha calcinha. Levantou-se, deixou os dedos dentro da minha buceta e me puxou para continuar a gulosa nele.

Lambi suas bolas, ele puxava minha cabeça pra cima, perguntava afirmando: "Putinha, você adora uma pica, né?" É.. adooooro mesmo! Mas fiz doce, sussurrei em seu ouvido que eu não iria chupar mais. Ele fez aquela cara de dono e me disse: "Não vai chupar? Claro que vai, cadela". E me deu um tapa no rosto, fiquei com raiva, mas não tive tempo para reagir, pois empurrou prontamente minha cabeça com a boca aberta pra engolir seu pau.

E puxava rapidamente minha cabeça pra cima, fazendo minha baba cair por cima do pau. Me deu mais uns 3 tapas e cada vez que isso acontecia aumentava minha irritação e meu tesão. Enquanto eu mamava, ele batia na minha bundinha. Com vontade. Dedilhou meu cuzinho.

Quando me estapeou novamente no rosto, falei furiosa: "Seu filho da puta, para de me bater!" Descobri naquele momento que essas eram as palavrinhas mágicas pra ele.. Forçou novamente minha cabeça em direção ao seu pau delicioso, me sufocou enquanto eu mamava gulosamente. Repetia em voz alta que eu o havia chamado de filho da puta, com raiva. Disse que iria gozar. Explodiu. Engoli. Caíram algumas gotas, limpou. Fiquei com seu gosto por algumas horas.

Voltei para o meu banco e lhe disse que eu não havia gozado. Ele maquiavelicamente falou: "claro que não gozou". E não me deixou gozar com ele. Me fez pedir mais. Afirmou que meu rabo já era dele, que iria acabar comigo e me fazer de cadela em um próximo encontro...

Será?




segunda-feira, 17 de outubro de 2011

A entrega

Uma das cenas mais excitantes que vi. Do filme Demonlover  (Direção Olivier Assayas, 2002).
A partir da marcação 7.57.



A intimidade.
A disputa pelo controle, a fúria animal, a voracidade.
A força bruta e a presa subjugada, que por sua vez se constrange ao perceber sua total vulnerabilidade.
O corpo físico que delata e exala a excitação e expõe o desejo quase insano e explosivo que sua mente e razão se recusam a admitir: a entrega.

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Foi menage a trois?

Era verão, estava quente e eu e uma amiga estávamos na varanda de um barzinho conhecido. Havia muita gente, pessoas próximas umas as outras. Um chopp, dois, três... e não me lembro como, mas um homem atraente se aproximou com aquela conversa mole de tubarão. Minha amiga o olhou com um certo tédio, mesmo porque o xaveco dele em criatividade não tinha nada. Comentou sobre nós duas, se estávamos com alguém, além dos elogios esperados.
Resolvi dar corda e ver onde até onde a historia iria. Depois de algum tempo, minha amiga entediada resolveu ir embora. O cara ficou comigo, não desgrudava, mas tinha começado a falar de uma prima sua, que era muito bonita, gostosa,  liberal. Nesse momento, achei que ele estava me dispensando, já que nenhum homem aborda uma garota relatando a ela os atributos de uma terceira. E eu já estava pronta para o “então tá, foi um prazer conhecê-lo, até qualquer hora” quando ele me puxou pelo braço, quase exigindo que eu ficasse, indignado por eu estar indo embora. E fiquei, não sei porque também. Mas fiquei. Me beijou, começou a dizer o quanto eu era gostosa e que queria me levar para conhecer sua prima.
Imaginando que ele estivesse brincando, levei adiante. Fui com ele. Chegando à sua casa, um apartamento pequeno, mas bem decorado, meia luz, ligou o som e começamos a papear. Mesmo estando um pouco alta por causa da bebida na festa, preparou mais uma pra mim, enquanto eu visualizava rapidamente o ambiente. Perguntei de sua tão querida prima, em tom irônico, e me respondeu que logo ela chegaria. Não demorou muito, já me apalpava no sofá. Segurou meus cabelos com uma das suas mãos, me puxou perto dele, já sentia seu pau duro. Mordiscou meu pescoço, eu seguia seus passos. Tirei suas calças com um olhar sacana, fitando seus olhos fixamente. Em seguida tirou minha calcinha, mas manteve minha mini saia. Quanto à minha blusa, sinceramente não lembro onde foi parar.
Eu já estava bem excitada e molhada, continuava beijando aquela boca gostosa e me esfregando naquele pau delicioso. Ele então verificou a umidade da minha bucetinha com seus dedos e rapidamente me colocou de 4 em seu sofá.  Meteu a pica sem dó, segurando meus quadris e de vez em quando cobrindo todo o meu corpo com o seu, na posição cachorrinho.
Quando eu virava para vê-lo, mordia meu pescoço e continuava montado sobre mim. Eu gemia alto com a força das estocadas que me dava, meu tesão aumentava. Então ele parou de repente, eu querendo mais, mas me colocou no chão  sobre o tapete e tirou minha mini saia. Neste momento, estava escuro, ele havia apagado as luzes e passou a lamber meu corpo: puxava os bicos dos meus seios com seus dentes, lambeu minha barriga, desceu pelas coxas, chupou de leve meu grelo e passou a língua dentro da minha buceta. Eu deleitava, ofegava, me curvava toda. Eu estava aérea, quase zonza, semi consciente. Era estranho e gostoso.
Meus olhos quase fechados, delirando com a situação, abria eventualmente pra olhar pra ele, mas mal conseguia. E nesse momento, lembro de ter ouvido algo diferente, sem conseguir identificar. Minha boca era beijada, sentia as mãos passando pelo meu rosto e novamente pelos meus seios. Sentia seu pau entrando em mim, metendo, ele por cima do meu corpo... e ao mesmo tempo, uma boca que me beijava, mas no sentido contrário do meu corpo.
Foi nesse exato instante que me dei conta: sua prima estava conosco e participando. Por um breve segundo, hesitei. Era tudo muito estranho. Mas fechei os olhos e fingi que não havia percebido o que estava acontecendo. Continuava beijando a moça, aproveitando a desculpa de eu estar bêbada. Ela saiu de perto e consegui ver que ela começava a chupar a boca do primo, enquanto continuava metendo em mim. E quando ela o beijou, ele começou a enfiar ainda mais forte na minha buceta.


Não sei o que houve ao certo naquela noite, naquele momento, mas lembro que a moça, meio irritada num certo ponto, parecia ter dito qualquer coisa a ele “vai ficar metendo nela e pra mim nada?” (foi algo próximo a isso), que não parou de fincar. Ela se irritou, ouvi o movimento dela saindo da sala, brava. Continuamos, eu meio tensa com a situação, meio morrendo de tesão. Ouvia ele dizendo, já completamente colado ao meu corpo: “continua, não liga pra ela”, e tudo era tão irreal... Mexi os quadris, apertava minha buceta pra prender o pau dele, pedia pra que estocasse mais rápido e forte, estava a ponto de gozar. E ele falava as palavrinhas mágicas “goza, sua puta, goza no meu pau”... Explodi de tesão e imediatamente ele me postou de  4 novamente no sofá. Metia com tanta força que parecia que eu ia rachar no meio.
Sua prima então apareceu novamente, de braços cruzados, nua e de pé, irritada, ao nosso lado. Eu estava constrangida. E ele gritou que ia gozar.. Esporrou e urrou de um jeito que eu jamais tinha ouvido.. parecia um urso.

Final da história: vesti correndo minha blusa, minha mini saia, minha sandália. Peguei minha bolsa, disse que eu precisava ir embora. Ele quis que eu dormisse lá, pois era tarde (ou cedo da manhã), mas a situação era demais estranha e desconfortável pra mim. Sua prima não havia pedido para que eu ficasse, mas concordava com o que ele falava. Mantive minha posição. Olhei para a moça com um olhar de quem lamentava o acontecido, mas não disse nada. Saí correndo. Nunca mais os vi.

domingo, 9 de outubro de 2011

Conseguindo a "promoção"

P era um cara um pouco ansioso, agitado, grande (pelo que me lembro, media 1.87, físico bonito, sem exageros), mas sem dúvida era bastante carismático, conquistava as pessoas por onde passava. Eu havia confirmado minha presença em suas aulas. Intimamente, esperava dele uma espécie de reconhecimento, de projeção profissional quando aceitei sua bolsa de estudos. Nunca lhe havia pedido nada, mas havia meu lado sacana que esperava dele algum tipo de proteção profissional.

Finalmente as aulas começaram. Me atrasei alguns poucos minutos no primeiro dia, pois eu havia me perdido com o endereço. Estava calor e eu havia tomado sol. Meus cabelos estavam mais claros, o que contrastava com minha pele um pouco bronzeada.
Inocentemente (de fato), vesti um top justo azul claro, decotado, sem sutiã. Meus seios não são grandes, mas ficam rijos sob o top de verão. Uma calça jeans  justa e uma sandália de salto baixo completavam o figurino.
Cheguei à sala, sorrindo timidamente e me desculpando pelo atraso. Foi quase engraçado, pois P ficou desconcertado,  um pouco sem palavras naquele momento. Quase não conseguiu disfarçar sua excitação e seus olhos pregados no meu decote, enquanto eu procurava minha cadeira. Deu sua aula, comportei-me, fingi não perceber sua atenção especial por mim e para o meu decote bronzeado naquele dia.  Aula terminada, fomos em turma para o café próximo do local. P então me puxou discretamente pelo braço, entregou-me um papel que continha algumas instruções sobre como, onde, quando e de que forma gostaria de me encontrar dali 3 dias. Havíamos conversado em nosso primeiro encontro, de modo mais ou menos sutil, de nossas preferências na cama. E vejam vocês, combinávamos.
No motel: ele havia reservado a suíte e me pediu que o encontrasse determinada hora. Vestida como uma GP. Escolhi um micro vestido preto muito colado ao corpo, coloquei meias pretas 7/8 (minhas preferidas) e um uma sandália de salto alto. Usava uma bolsinha pequena que continha um batom e fósforos, como ele havia pedido.
A porta do quarto estava semi aberta, conforme ele havia escrito, para que eu entrasse sem bater. Suavemente adentrei, fechei a porta e o chamei respeitosamente por sua patente para que soubesse que eu estava lá. Não o vi. Fui procurá-lo.
De repente, ele estava por trás de mim, não me deixando olhá-lo. Tinha me dado uma chave de braço, segurava meu  pescoço e sussurrava com uma voz assustadora pra que eu ficasse quieta e boazinha, pois ele era da polícia e me prenderia caso eu reagisse ou não o obedecesse.
Eu só dizia “sim senhor, por favor não me prenda, só estou trabalhando.” Ele começou a me xingar, dizendo que havia contratado uma puta somente pra satisfazê-lo. Com toda sua altura, com aquela voz, eu havia incorporado a cena.. sentia uma espécie de terror e medo, mas lembrava de que nada me aconteceria, pois eu sabia que estava com P.
Ameaçou-me, exigindo que eu não olhasse para ele, senão me puniria. Obedeci. Ouvi o zíper de suas calças abrindo e logo ele encostava em meu corpo, fazendo-me sentir seu pau endurecendo na minha bunda.
Suas mãos grandes começaram a passear pelas minhas coxas e subiam. Eu tremia e fechei minhas pernas para que ele não entrasse. Foi quando ele gritou: Abre as pernas, vagabunda, to te pagando pra isso! Choraminguei um pouco.. e ele continuou: “abre senão vai ser pior pra você”. Abri, ainda tensa. Começou a massagear meu grelo pra que eu relaxasse. Eu pedia pra que ele parasse, mas não me atendia, ao contrário, ficava mais irritado e continuava massageando meu  grelinho sob a calcinha que já começava a ficar úmida. Segurava meu pescoço, mordiscava com cuidado minha nuca. Até que me corpo começou a denunciar minha entrega, quando passei a me encostar sinuosamente a ele.
Nesse momento, jogou-me na cama, de bruços e rapidamente deitou-se sobre mim, impedindo meus movimentos. Eu já sentia seu pau duríssimo, imaginando que meteria sem dó no cuzinho. Mas ele foi paciente. Tirou suas algemas, prendeu-me junto a um cabo de madeira para que eu não conseguisse mexer os braços. De fato, quando eu tentava me soltar das algemas, elas apertavam ainda mais meus pulsos, incomodando muito.
Ele disse que se eu me comportasse, tiraria uma delas. Eu pedia para que não me machucasse. Seu pau era grande e já imaginava me arrebentando caso resolvesse entrar com tudo. Mas ele era cuidadoso. Seu peso sobre mim me dava aflição, pois eu não conseguia me mexer, dificultava minha respiração, o que me fazia pedir que ele me soltasse, em vão.
Com meus braços presos, disse que sairia de cima de mim, mas que eu empinasse minha bunda, sem olhar para trás. Ouvi então ele mexendo na minha bolsinha e pegando os fósforos. Ele tinha em mãos uma vela.. entrei em pânico, mesmo, pois achei que naquele momento ele realmente fosse me torturar ou machucar. Acendeu a vela e me disse que iria jogar um pouco da cera derretida sobre minhas costas. E que não me preocupasse, pois não doeria. Fiquei tensa novamente, presa, não podia me mexer.. e senti o primeiro pingo de cera quente nas minhas costas.. Uma dor leve, rápida, sutil, suportável.. Comecei a relaxar novamente.. e cada pingo de cera quente que eu recebia, um pequeno sobressalto eu dava. E a cada pingo, me beijava, dizendo que não me faria mal. Eu já estava tranqüila. Foi descendo, passou para as pernas, o mesmo processo. Pingou na minha bunda.. eu me insinuava deitada de bruços pra ele, serpenteava, minha xana estava úmida. Começou a me chupar enquanto pingava a vela, eu já o queria dentro de mim. No momento em que eu estava completamente relaxada, me deu um solavanco, meteu seu pau dentro da minha buceta. Deitou por cima de mim, quase me esmagou (sofro de leve claustrofobia quando me prendem assim). Metia com força, mas quando eu gritava ele tirava (tinha a preocupação de não me machucar).
Eu queria curvar meu corpo pra que ele viesse mais fundo e ele me empurrava para baixo. Provoquei com algumas palavras desafiadoras, o deixei irritado e então ele meteu mesmo com força. Senti tudo, todo ele em mim. Estava agora me punindo pelas palavras desafiadoras.
E quanto mais me xingava, me punia, mais excitada e entregue eu estava. Logo não consegui conter o gozo. Ele ficou bravo, perguntou se ele havia permitido e continuou a enfiar forte. Me fez ficar de 4 na cama, sempre algemada. Segurou meus quadris e estocava sem dó.Eu rebolava pra ele, que falou pra eu parar porque ele ia gozar. Desobedeci e senti toda sua porra dentro de mim.
Conversamos, foi carinhoso comigo. Nada pedi a ele. Deixou-me em casa. E sem querer, consegui a projeção que eu almejava.. e sua discreta proteção. Vez ou outra ainda nos falamos..